SIMULADO: A desvalorização do esporte brasileiro

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO


1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.

2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.

3. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

4. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

4.1. tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”.

4.2. fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.

4.3. apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto.


TEXTOS MOTIVADORES


TEXTO I


Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um, observados:

        I - a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;

        II - a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e, em casos específicos, para a do desporto de alto rendimento;

        III - o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não profissional;

        IV - a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional.


Referência: Clique aqui.


TEXTO II


Ser atleta de outro esporte que não seja o futebol (masculino) é uma luta diária no Brasil. A batalha incansável por recursos, reconhecimento e evidência é constante, mesmo quando medalhas em campeonatos mundiais são conquistadas. Se um jogador (homem) de futebol da seleção brasileira conquista uma mísera competição do outro lado do mundo, em questão de segundos já está em diversos sites de notícias. Aqui, nos perguntamos: quantos atletas brasileiras/os de outros tantos esportes existentes não ganham a visibilidade merecida?

Essa é a maior dificuldade de Josiane, de 46 anos, atleta paralímpica de Remo desde março de 2006 e que iniciou no esporte após sofrer um acidente de moto e perder a mobilidade da perna esquerda. Dona da única medalha do Brasil em Jogos Olímpicos no esporte, campeã do mundo e com três medalhas da competição, pentacampeã mundial de Remo Indoor, quinta do mundo no ranking mundial e atleta absoluta do esporte paralímpico no país há 16 anos, ainda enfrenta a desvalorização. “Eu vejo que não tenho a representatividade e o reconhecimento que deveria ter para todas as mulheres, mesmo diante de tudo o que já fiz e para o que eu represento para o Brasil. Eles vão escondendo a minha história, minha medalha quase não aparece. Se não fosse por essa conquista, eu já não apareceria mais.”


Referência: Clique aqui.


TEXTO III


A precariedade de materiais e infraestrutura esportiva nas escolas é o principal empecilho para a oferta adequada de aulas de educação física do ensino fundamental, segundo a opinião de quase dois terços dos professores e diretores de escolas do país. Para contornar o problema, um terço deles (32%) leva seu próprio equipamento de casa para a escola. Outros 29% promovem com os alunos atividades de reciclagem de materiais para uso na educação física. Segundo Heloisa Morel, diretora executiva do Instituto Península, "A educação física trabalha o desenvolvimento motor, que tem impacto no desenvolvimento cognitivo. Além do desenvolvimento das competências socioemocionais, porque os valores do esporte, como determinação e trabalho em equipe ajudam neste desenvolvimento. Perceber essa correlação pra gente foi muito importante." 

As respostas dos professores, no entanto, mostram que as escolas brasileiras não vão além do mínimo obrigatório por lei quando o assunto é oferecer atividades esportivas para os estudantes. Segundo a pesquisa, em 9% dos casos a educação física não é obrigatória nas escolas, e em 2% deles não existe qualquer oferta de atividade esportiva. Além disso, 76% das escolas oferecem educação física duas vezes por semana, e só 12% o fazem três ou mais vezes por semana.


Referência: Clique aqui.


TEXTO IV



Referência: Clique aqui.



PROPOSTA DE REDAÇÃO


A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: “A desvalorização do esporte brasileiro”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

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