A responsabilidade social dos profissionais de medicina e a interação diagnóstica de saúde online

Textos Motivadores


I.
Entrou em vigor o novo Código de Ética Médica, fruto de efetiva   participação da sociedade brasileira, por meio de consulta pública que reuniu   quase três mil contribuições durante dois anos de trabalhos. Para uma   profissão milenar, que tem na essência a atenção à saúde do ser humano e da   coletividade, quais benefícios podem ser extraídos da revisão implementada no   modelo presente nos últimos 22 anos? O que um referencial de conduta pode   interferir em políticas públicas de saúde, engessadas pelo subfinanciamento e   desalinhos de gestão?

Acima de tudo, o novo Código reafirma a   responsabilidade social da profissão, ao reposicionar, ampliar e aprofundar   os princípios éticos da Medicina no Brasil. Estabelece, assim, um   "contrato social" entre a Medicina e a sociedade, no sentido   coletivo, e entre o médico e o paciente, no âmbito mais restrito. Exalta os   valores que fundamentaram a boa prática médica, mas também se apresenta como   uma carta de direitos que visa garantir aos médicos o exercício digno da   profissão. Esta conjugação se reveste de grande responsabilidade social, onde   a conduta médica é observada e avaliada de forma permanente. Daí as exigências   de um comportamento exemplar, benevolente, cordial, humano, solidário e,   sobretudo, para que o profissional empregue o melhor de seu conhecimento e   técnica. 


Disponível em https://www.crmpr.org.br/O-novo-Codigo-de-Etica-Medica-e-os-beneficios-a-sociedade



II.
A pandemia foi responsável por acelerar o processo que já estava em curso, mas andava a passos lentos: a regulamentação da telemedicina, uma saída para conseguir manter os atendimentos com mais segurança para médicos e   pacientes. No ano passado, a modalidade foi percebida como uma aliada nas estratégias de combate e prevenção à Covid-19 e, com isso em mente, em abril de 2020, foi sancionada a Lei nº 13.989/20, que permite o uso de telemedicina no Brasil, pelo menos enquanto durar a crise provocada pela pandemia.


Disponível em: < https://medicinasa.com.br/boa-experiencia-telemedicina/>.


III.


O médico, ao exercer a sua profissão, deve em obediência aos conceitos éticos permeados na sua atividade, zelar e   trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Medicina e pelo prestígio e bom conceito da profissão. É o guardião da vida, que é o bem maior que o ser humano possui. O médico deve ter dedicação, correção, respeito pela vida e em razão de sua função agir sempre com diligência, cautela e evitar que seu paciente possa ser conduzido ao sofrimento, a dor, a   angústia e as perdas irreparáveis. A responsabilidade do médico e os acontecimentos   gerados em decorrência de sua profissão podem gerar efeitos na esfera ética, civil e criminal.
O médico não pode praticar atos   profissionais que possam ser danosos ao paciente, e que podem ser   caracterizados como imperícia, imprudência e negligência. A imperícia ocorre   quando o médico revela em sua atitude falta ou deficiência de conhecimentos   técnicos da profissão. É a falta de observação das normas e despreparo prático necessário para exercer determinada atividade. A imprudência é a imprevisão do agente em relação às consequências do seu ato ou ação. O profissional médico tem atitudes, não precipitadas, sem ter cautela, sendo   resultado da não racionalização. A negligência acontece pela falta de cuidado   ou de precaução com que se executam certos atos. É caracterizada pela inércia, indolência, falta de ação, ou seja, um ato omissivo.
O Código de Ética Médica normatiza a   responsabilidade ético-disciplinar, zelando pelo cumprimento irrestrito da   boa prática médica, e os Conselhos Regionais de Medicina têm a   responsabilidade pela fiscalização do exercício da profissão. Na medida em   que a Medicina avança e que há a possibilidade de salvar e prolongar a vida, são criados dilemas éticos complexos, que permitem maiores dificuldades para o conceito mais ajustado da existência humana. Acrescente eficácia e a   segurança de novas propostas terapêuticas, que não deixam de motivar questionamentos quanto aos aspectos econômicos, éticos e legais, resultantes   do emprego desproporcionado das medidas e das possíveis indicações inadequadas de sua aplicação.


Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbof/a/ZWfjNvggRzzsk76bBq99ZWM/?lang=pt>. Adaptado



Proposta de Redação
A partir da leitura dos textos motivadores e com base na reflexão que propiciam a respeito dosposicionamentos apresentados,   produza, na norma-padrão da língua portuguesa, uma dissertação argumentativa sobre o tema A responsabilidade social dos profissionais de medicina e a interação diagnóstica de saúde online, posicionando-se acerca da adaptação às novas demandas tecnológicas.

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